O preenchimento das suas informações profissionais no Linkedin é um passo muito importante no desenvolvimento do seu perfil. Em termos de conteúdo, estas são, talvez, as informações mais importantes do corpo do seu perfil. Podemos dividir o seu perfil do Linkedin em três partes, em três zonas de importância:
(1) o cabeçalho, que é composto pelas três linhas superiores - Nome, tagline e a terceira linha que contém a sua localização geográfica e o seu ramo de atividade - mais a sua Foto.
(2) tudo que não é o cabeçalho e que está contido no retângulo azul que encabeça o seu perfil, se constitui numa segunda parte;
(3) O corpo do seu perfil, que vai desde a borda inferior do retângulo azul até lá embaixo.
Cada uma destas regiôes possui uma importância própria mas, no geral, poderíamos dizer que elas seguem uma ordem hierárquica. Desta forma:
(1) o cabeçalho é a parte mais importante do seu perfil porque, entre outros motivos - que já exploramos em vídeos anteriores -, é a parte que se vê nos resultados de busca;
(2) o retângulo azul é o segundo componente do seu perfil em ordem de importância. Fato do Linkedin: a maior parte das pessoas que visitarem o seu perfil muito possivelmente não irá rolar a página para ver o que tem debaixo dele: elas irão tomar uma decisão se vale a pena ou não contactar você pelas informações contidas no seu retângulo azul. Veja bem, eu disse a maior parte: pessoas realmente interessadas no seu perfil - irão rolar até embaixo, é claro, e é por isso que a parte branca - o corpo - do seu perfil deve estar também impecável. Além disso, muitas das informações colocadas na parte de baixo de seu perfil "sobem" para o retângulo azul - como é o caso das informações profissionais, que são o tema dos vídeos de hoje - o que lhes confere um destaque especial. Em termos mecanismo de busca, as informações profissionais ganham, inclusive, um destaque ainda mais significativo, pois são uma grande fonte potencial de palavras-chave - e já vimos, em vídeos passados, da importância das palavras-chaves para que o nosso perfil apareça em primeiro lugar nas buscas do Linkedin;
(3) O corpo é a parte do seu perfil que mais se assemelha a um currículo tradicional - e por isso mesmo existe uma grande chance de um potencial recrutador ou um potencial parceiro de negócios dar uma boa olhada justamente nesta parte. Portanto, é fato que, muito embora uma maioria das pessoas que vai ver o seu perfil no Linkedin não irá passar além do retângulo azul, uma minoria significativa vai - e é para essa minoria significativa que você tem que estar preparado.
Após esta breve explicação, fica claro porquê dissemos lá em cima que, em termos de conteúdo, as suas informações profissionais muito possívelmente são as mais importantes do corpo do seu perfil.
Chamamos aqui de informações profissionais - ou "Formação Profissional", como nos referimos nos vídeos - as linhas "Atual" e "Anteriores" do retângulo azul e/ou a parte do corpo que segue sob o título "Experiência". Chamamos assim para contrapô-la à "Formação Acadêmica" que vem logo embaixo. A Formação Acadêmica vem logo atrás da Formação Profissional em ordem de importância. Aqui existe algo de muito interessante para se reparar: se observarmos o retângulo azul do nosso perfil do Linkedin, veremos que a ordem que temos ali é:
(1) Atualização
(2) (Posição) Atual
(3) (Posições) Anterior(es)
(4) Formação Acadêmica (organizada por instituições de ensino)
Isto significa que (e estamos fazendo uma extraordinária extrapolação aqui - e acompanhem-me por sua própria conta e risco, OK?) da maneira como funciona a "cabeça" do Linkedin:
(1) Estar "Atualizado", estar em movimento, realizando coisas, e em sintonia com os acontecimentos é mais importante do que meramente possuir um cargo;
(2) O que você faz hoje é mais importante do que você passou para chegar lá;
(3) O conhecimento que você pôs em prática é mais importante que o conhecimento que você só aprendeu;
(4) Onde você estudou é mais importante do que o quê você estudou (?!).
Tirando o último item - mais pertinente à realidade norte-americana, na qual as pessoas falam o nome da Faculdade antes de dizer o que foi que cursaram lá - os demais itens não são tão absurdos - dentro da nossa realidade brasileira - assim - e podemos dizer que seguem uma certa lógica.
Não vou me alongar mais neste assunto, uma vez que este post - que deveria ser introdutório aos vídeos - já ficou demasiado grande. Muito possivelmente abordaremos este tópico em algum momento adiante - talvez quando falarmos de Twitter, OK? Por ora, assistam os vídeos - e se gostarem tuitem, comentem e compartilhem.
Por fim, lembre-se: se você quiser se conectar comigo no Linkedin, me escreva - via Linkedin - mencionando este vídeo, e eu terei grande alegria de contar contigo entre os meus contatos profissionais. Te vejo lá!
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